Livros e Chocolates

ImagemHoje enquanto lia “Como um romance” de Daniel Pennac lembrei de um livro que ganhei quanto tinha mais ou menos 10 anos, isso já faz um bom tempo. Ganhei o livro de aniversário de uma querida amiga. Lembro de ter lido o livro várias vezes, incansáveis vezes, de até mesmo de ter me trancado para ler o livro. O livro fazia parte da série “Os livros secretos – bruxinhas Wítch”, na capa tinha a Wítch Irma, a minha favorita – eu colecionava as revistas “Wítch” – e o título era “100 magias para sobreviver na escola – com seus professores, colegas e melhores amigos”. Acho que na época eu estava precisando das 100 magias para sobreviver na escola, afinal, tinha acabado de mudar de escola.

Em casa eu tinha várias coleções de livros infantis, mas acho que “Wítch – 100 magias para sobreviver na escola” foi o único livro infanto-juvenil ou juvenil que fui ter até os meus 18 anos de idade – mentira porque com muito esforço consegui juntar os trocados do lanche para comprar um Harry Potter e um Deltora Quest. Embora tivesse dinheiro para livros, a recomendação era de sempre comprar os “livros para estudar”. Enciclopédias, mais enciclopédias eu juntei. Meu pai me acompanhava na aventura de ir às bancas procurar mais uma edição de um livro da revista “Recreio” ou quando mais velha do jornal “Estadão”.

Foi um tempo que não pude ter os meus livros como minhas propriedades, embora quisesse. Não ter os livros em casa, não me impediram de não ler. Eu gastei carteirinha de biblioteca até não querer mais, mesmo que quando eu chegasse em casa com o livro eu escutasse que devia ler algo para aprender – e quem disse que eu não aprendia com meus livros?. Eu li com muitos esforço Pollyana e Pollyana moça, embora tenha achado uma chatisse quis terminar os livros. Devorei a série Deltora Quest e li vários exemplares de Harry Potter, o que me envergonha até hoje por não ter terminado a série.

Em casa as pessoas não leem muito, nem mesmo manual de instrução, tanto que vários eletrônicos tenham sido danificados ainda novos. Até hoje me olham torto quando apareço com livro novo, mas eu faço uma careta e sou feliz com meus livros. Virgínia Woolf me convenceu de comprar um box todinho dela, mas ainda não consegui terminar sequer um livro, o que me entrerriense. Pretendo escrever no blog um pouco sobre os meus livros, e colar algumas páginas de livros e de cadernos.

Nada como um bom chocolate e um bom livro,
abraços, fbianquini.

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